
17.3.10
2.7.09
Naked Friday - Empresa adopta o «nu» como uniforme
O rendimento dos funcionários aumentou, sentindo-se mais à vontade uns com os outros
Os funcionários de uma empresa de design e marketing optaram por uma forma mais leve de estar no ambiente de trabalho, descobrindo que a equipa trabalhava muito melhor se estivessem nus.
É verdade. Uma empresa em Newcastle, no Reino Unido, não segue as tradicionais regras do bem-vestir, pelo contrário, os funcionários estão no seu local de trabalho, completamente nus.
Uma iniciativa, proposta pelo psicólogo David Taylor que, encorajada pelo próprio chefe, tem levado a equipa a alcançar melhores resultados, numa altura em que atravessa dificuldades.
A directora, Sam Jackson, de 23 anos de idade, disse mesmo que «foi fantástico. Agora que nos vimos uns aos outros nus, não há barreiras». «Não fomos pressionados. Se quiséssemos vir vestidos ou apenas de roupa interior, podíamos. Mas eu adoro o meu corpo e não fiquei envergonhada», continuou a directora, citada pelo «Daily Mail».
Como fonte de segurança e de alguma inspiração, um modelo nu foi levado ao escritório com quem os funcionários puderam falar para se sentirem mais à vontade.
Os primeiros momentos foram de «grande nervosismo», como contou Sam, mas logo se puseram à vontade no seu ambiente de trabalho.
«Foi um momento de tensão, mas descobrimos que éramos capazes de falar muito mais honestamente uns com os outros. A empresa melhorou bastante desde então», explicou a directora.6.6.09
Banida! ver. 2.0
25.5.09
Suécia: Partido Pirata no Parlamento Europeu
Se as actuais sondagens se mantiverem, é muito provável que o Partido Pirata (que conta com oito por cento das intenções de voto) obtenha mais do que um assento no Parlamento Europeu. Em declarações ao diário “The Times”, o cabeça-de-lista dos “piratas” às europeias, Christian Engstrom, assegurou que o plano de “conquista” do partido vai por esta ordem: “Suécia, Europa, Mundo”.
O Partido Pirata foi fundado em 2006 e engrossou recentemente as suas fileiras após a sentença contra os criadores do site sueco de partilha de ficheiros “Pirate Bay”, que determinou o pagamento de uma multa de mais de 2,7 milhões de euros a gigantes mundiais como a Warner Bros, Sony Music, EMI e Columbia Pictures. Após a sentença dispararam as filiações partidárias, que se cifram actualmente em mais de 46 mil membros, sobretudo jovens, um factor que causa a inveja dos partidos mais “tradicionais”, incluindo o do primeiro-ministro Fredrik Reinfeldt.
No ano de “estreia” eleitoral, 2006, o Partido Pirata obteve 0,63 por cento dos votos nas eleições legislativas da Suécia. Mas esta situação poderá mudar na iminente votação europeia, caso as sondagens se mantenham como estão. O programa eleitoral do partido centra-se quase exclusivamente nas comunicações electrónicas, prometendo igualmente lutar pela confidencialidade e liberdade na Internet.
“Os nossos políticos são analfabetos digitais”, declarou o líder da formação, Rick Falkvinge, que assegurou que “o sistema e os políticos declararam guerra a toda uma geração”. Para “não sermos intimidados para qualquer potência estrangeira, votar nas eleições para a UE é mais importante que nunca”, concluiu.

